Mostrando postagens com marcador 7 anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 7 anos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Plano de aula recreação


Disciplina: Educação Física

Conteúdo da aula: Recreação

Objetivos:         
·         Desenvolver a resistência e força das pernas;
·         Desenvolver a habilidade de desviar-se dos companheiros e de assumir uma posição definida;
·         Desenvolver a coordenação sensória motora;

Introdução:

No primeiro momento será feito um alongamento com os alunos, depois uma breve conversa de como será desenvolvida a aula.

Desenvolvimento:

1ª Soldado: Disposição á vontade pelo pátio; uma criança será escolhida como “pegador”. Ao sinal dado, o pegador perseguirá os demais, procurando tocar-lhes qualquer parte do corpo; os fugitivos, para evitar serem pegos, devem ficar firmes e fazer continência. O que for tocado, sem estar na posição de soldado, passa a ser o pegador.

2ª Bola à lateral: Em fileira, a primeira com a bola na mão. Ao sinal dado, a bola é passada de mão em mão com rotação do tronco. O objetivo é ir da direita para a esquerda, e vice versa.

Variante: A bola é passada e ao chegar ao último, este corre à frente da coluna e a entrega ao seguinte, e assim por diante.

Síntese integradora:

Os alunos se posicionarão em círculo e será feita uma breve discussão sobre como foi a aula, o que gostaram, o que podia ser melhorado. Relaxamento.

Bibliografia:

Atividades desenvolvidas nas aulas de recreação.

Aprender sobre o corpo brincando de amarelinha 4



Quarta e quinta aula - Amarelinha recortada

Para o desenvolvimento dessa atividade, você deve confeccionar previamente o seguinte material:
  • Recorte a cartolina branca em retângulos, mais ou menos do tamanho de uma carta de baralho.
  • Desenhe com caneta hidrográfica as casas da amarelinha tradicional, e numere-as de maneira que as “cartas” representem, as seguintes casas: casas simples de números 1, 4, 7 e 10 (4 cartas) casas duplas de números 2/3, 5/6, e 8/9 (3 cartas) casas Inferno e Céu (2 cartas) cartas em branco (4 cartas)
  • Cada conjunto é composto, portanto, de 13 cartas. Confeccione os conjuntos de cartas necessários para distribuir um conjunto para cada grupo de 4 ou 5 crianças de cada classe.
Desenhe na lousa uma amarelinha tradicional com as casas separadas umas das outras e em outra seqüência.

Explique para as crianças que as casas foram recortadas com a intenção de propiciar uma nova modalidade de construir e brincar a amarelinha.

Em seguida, distribua os conjuntos de cartas para cada grupo e proponha o seguinte desafio: Vocês devem projetar uma Amarelinha com as mesmas casas da amarelinha tradicional, em uma ordem diferente! O fundamental é que a seqüência proposta seja possível de ser executada por todos do grupo. E para que isso possa ocorrer, devem considerar os limites e habilidades de cada um dos componentes na projeção e construção das seqüências.

As cartas em branco devem ser utilizadas para que as crianças escolham outros movimentos além dos saltos com um e dois pés, e escolham uma forma de representar esse movimento na carta. Esses movimentos novos devem ser incluídos na seqüência proposta, junto com os elementos da amarelinha tradicional.

As crianças podem projetar as suas seqüências no chão mesmo, ordenando as cartas e conversando sobre a adequação da ordem dos movimentos e da distância entre uma casa e outra.

Após um tempo de projeto, quando cada grupo concluir a sua seqüência, todos partem para o desenho do projeto com giz no chão e, finalmente, para a vivência de seu projeto na prática.

Os grupos podem ser convidados a visitar e a experimentar a amarelinha dos outros colegas.

Avaliação

Volte seu olhar para os aspectos relacionados com a inclusão de todos os jogadores na vivência das atividades e, ainda, com a experimentação de todas as funções existentes dentro dos jogos propostos.

Como esses jogos são atividades de performance individual dentro de uma dinâmica coletiva, faça suas observações quanto ao desempenho e o entendimento de regras dos jogadores individualmente, não sendo necessário que a dinâmica do grupo todo seja interrompida para que alguma orientação individual seja feita.

No caso da amarelinha rápida de velocidade, observe se ocorre divisão de gênero na experimentação da seqüência em velocidade, pois é possível que o grupo de meninos escolha a amarelinha mais comprida, e as meninas escolham a menor. Caso isso aconteça, proponha que os dois grupos experimentem as duas amarelinhas.

Na amarelinha recortada, é possível que as crianças projetem uma seqüência de movimentos nas cartas e não consigam realizá-la na prática. Nesse caso, ajude-as a localizar onde está a dificuldade e a realizar uma reformulação na seqüência de forma a torná-la possível, localizando quais movimentos propostos estavam acima dos limites de realização de um ou mais alunos.

Aprender sobre o corpo brincando de amarelinha 3

Terceira aula - Amarelinha suspensa

Para esta brincadeira, você vai precisar de um espaço de terra ou de areia.
Sobre o desenho de uma amarelinha tradicional, espete uma vareta de bambu (de aproximadamente 35 cm de comprimento) em cada um dos vértices das casas da amarelinha, ou seja, nos cantos dos quadrados que representam cada uma das casas.

Feito isso, o elástico de costura deve ser amarrado e estendido nas varetas de bambu de modo a reproduzir o mesmo desenho da amarelinha tradicional, só que suspenso do chão, a uma distância de mais ou menos 5 cm.

Avalie se você deve realizar esta construção previamente ou se é possível envolver os alunos no processo.

O desafio nesta atividade é realizar a sequência de saltos de forma coordenada, sem pisar nos elásticos.

Como nesta atividade o grupo terá apenas uma amarelinha disponível, é recomendável que também aqui a pedrinha seja deixada de lado e o foco da atividade seja posto no desafio de realizar a seqüência de saltos em alturas progressivamente maiores. O elástico pode ser suspenso de 5 em 5 cm a cada rodada, até a altura que você considerar adequada e que, ao mesmo tempo, seja um desafio possível de ser superado com êxito pelas crianças.

Comente com as crianças que a capacidade de saltar alturas cada vez maiores está relacionada com o desenvolvimento muscular de cada um e que essa condição pode ser ampliada por meio do exercício contínuo e freqüente de um mesmo tipo de movimento, no caso, o saltar. Com essa observação é possível introduzir para o grupo a idéia de que a condição física pode ser alterada em função de uma atividade regular (treinamento).

Aprender sobre o corpo brincando de amarelinha 2



Segunda aula - Amarelinha rápida de velocidade

Desenhe no chão duas amarelinhas em formato tradicional, como as que foram utilizadas na aula anterior, mas com dimensões aproximadamente um terço maior no tamanho das casas.

O comprimento final de uma das amarelinhas deve ser 2 metros maior que a outra.

Com a classe organizada em dois grupos, cada um utilizando uma das amarelinhas, será proposto o desafio de realizar a seqüência de saltos individualmente em velocidade.

Nessa brincadeira, o uso da pedrinha é dispensado e o foco da criança deverá estar na velocidade do deslocamento e na coordenação entre os saltos alternados de um e dois pés.
Numa primeira rodada, as crianças experimentam uma corrida cada um para tomar contato com o desafio proposto.

Nas rodadas seguintes, tome o tempo de percurso de cada aluno e anote numa planilha simples, que poderá ser retomada mais adiante para avaliar se houve evolução dos tempos com o desenvolvimento das atividades.

Ao final de cada percurso individual, proponha ao aluno a percepção de sua freqüência cardíaca, por meio de apalpamento do pulso.

Aprender sobre o corpo brincando de amarelinha 1



Primeira aula - Amarelinha tradicional

Desenhe na lousa o percurso da amarelinha tradicional, com casas simples e duplas, numeradas de 1 a 10, separando as casas Inferno (início) e Céu (final).
Explique as regras da brincadeira e o procedimento de alternância de jogadores que, em síntese, são os seguintes:
  • O jogador posicionado na casa inferno joga uma pedrinha na casa de número 1 e inicia uma seqüência de saltos alternados com um pé nas casas simples e dois pés nas casas duplas até a casa céu.
  • Em seguida, retorna percorrendo a seqüência de trás para frente, e ao chegar na casa dupla 2 e 3, deve recolher a pedrinha que está na casa 1 e saltar sobre ela e sobre a casa inferno.
  • Se completar essa seqüência de saltos com êxito, joga a pedrinha novamente, agora na casa 2, e realiza a seqüência de saltos da mesma forma da rodada anterior.
    No trajeto de ida e de volta, o jogador deve pisar dentro das casas sem tocar em nenhuma linha.
  • Caso isso aconteça, passa a vez para o jogador seguinte e, quando chegar novamente a sua vez, retoma a sequência da casa em que acertou pela última vez.
Existem alguns desdobramentos e nuances de regras que variam de lugar para lugar e que provavelmente as crianças já conheçam. Nesse caso, esses aspectos podem ser levantados com os alunos e adotados.

Ajude as crianças a se organizarem em pequenos grupos de 3 a 5 elementos e distribua um espaço de brincadeira para que cada grupo desenhe a sua amarelinha tendo como referência o modelo apresentado.

Percorra os grupos durante a confecção dos desenhos, observando se o tamanho e a distância entre as casas são condizentes com a capacidade de saltar dos participantes e oriente as mudanças necessárias.

Após a realização dos desenhos, as crianças vão brincar nas amarelinhas enquanto você orienta individualmente os alunos, especialmente em relação aos gestos básicos de saltar e equilibrar-se. 

Aprender sobre o corpo brincando de amarelinha



Introdução

A intenção principal desta seqüência didática é promover a vivência da brincadeira de amarelinha e, por meio dela e de algumas variações, abordar alguns conteúdos do bloco de conhecimento sobre o corpo.

Esta seqüência de atividades se justifica também como uma interessante e divertida forma de cultivo e valorização da cultura lúdica tradicional de nosso país.

Também se mostra importante como forma de promover situações de ensino e aprendizagem ricas no sentido da construção de habilidades corporais básicas, no desenvolvimento de dinâmicas de produção em pequenos grupos e ainda como possibilidade de introduzir e desenvolver a idéia de diversificação e transformação de estruturas lúdicas convencionais.

O que caracteriza as atividades propostas como brincadeiras é a inexistência de configuração de um vencedor ao final como eixo motivacional, sendo que o processo de construção do espaço e a vivência da brincadeira são atrativos e interessantes em si mesmos.

Objetivos

Ao final da seqüência de atividades as crianças deverão ser capazes de:
  • Reconhecer a existência de regras nas brincadeiras vivenciadas
  • Obedecer às regras com o auxílio do professor
  • Explicar verbalmente para outra pessoa como se joga
  • Reconhecer a possibilidade de variações e adaptações nas regras originais de uma brincadeira
  • Realizar os movimentos básicos de arremessar, saltar com um e dois pés, girar e equilibrar-se.
  • Projetar e construir sequências de movimentos levando em conta os seus limites corporais e os dos colegas.
  • Perceber os efeitos da atividade física no ritmo de frequência cardíaca, notadamente nas atividades em velocidade.
Conteúdos específicos
  • Amarelinha.
  • Brincadeira de regras simples.
  • Brincadeiras realizadas em pequenos grupos, sem finalidade competitiva e sem a divisão em equipes, onde a relação entre os desempenhos individuais compõe e viabiliza a vivência grupal.
  • Habilidades motoras de saltar com um e dois pés, arremessar, equilibrar.
  • Capacidades físicas de velocidade e força.
  • Freqüência cardíaca.

Ano
1º ao 3º ano

Tempo estimado
5 aulas de 40 minutos, subdivididos em 10 minutos para a roda de conversa inicial, 25 minutos para a vivência do jogo e 5 minutos finais para roda de conversa.

Material necessário 
  • Espaço físico plano e desimpedindo, possível de ser “desenhado” com giz (sala de aula, quadra, pátio, rua, ou similar)
  • Espaço físico plano e desimpedido, de terra ou areia
  • Lousa e giz
  • Cronômetro
  • Papel e lápis
  • Varetas de bambu
  • Elástico de costura
  • 1 martelo ou similar
  • 1 Tesoura
  • Canetas hidrográficas e cartolina branca
Desenvolvimento das atividades
Em todas as aulas, inicie a atividade fazendo uma explicação das regras e da distribuição dos grupos de crianças pelo espaço físico, desenhando na lousa o posicionamento de cada um e os limites a serem utilizados durante as brincadeiras.
Esse desenho deve ser um diagrama simples, com as referências do espaço e a representação da posição e do espaço que cada grupo de crianças vai utilizar durante a atividade.
Organize sempre uma roda de conversa no final, para avaliar junto com as crianças os avanços conquistados e as dificuldades enfrentadas durante a vivência das brincadeiras.
A seqüência didática está organizada em três aulas com propostas de brincadeiras feitas por você e duas aulas em que as crianças serão desafiadas a conceber brincadeiras.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Ensino fundamental I - Lutas - Esgrima


Tema: Lutas.

Conteúdo: Esgrima

Objetivo Geral: Estimular o respeito ao próximo, através dos jogos de oposição.

Material: Jornal, fita adesiva, papelão, tinta guache não tóxica de várias cores e barbante.

Metodologia:

Parte inicial (15 minutos):  O professor irá fazer a explanação da atividade que será desenvolvida na aula, mostrando o por que  e como será atividade.

Atividade 1
Apresentar as fotografias abaixo e perguntar:

01 - 


02 - 


03 - 



“Alguém sabe o que essas pessoas estão fazendo?”, “Como se chama essa luta?”, “Alguém já viu essa luta? Onde?” Após essa aproximação, explicar que a esgrima é um esporte que evoluiu de uma antiga forma de combate, em que o objetivo é tocar o adversário com uma lâmina ao mesmo tempo em que se evita ser tocado por ele. Apresentar, em seguida os tipos de esgrima existentes através das fotos explicando suas regras, os aspectos de segurança e o material utilizado (faz-se necessário adaptar a linguagem e o conjunto de regras a ser apresentada respeitando as características da turma).

Florete


Espada




Sabre




Parte principal 1( 40 minutos):

Atividade 2

Propor à turma a construção de um florete e o colete para a esgrima. Com o jornal e a fita adesiva faz-se o florete da seguinte maneira:
1. enrole o jornal para que ele tome uma forma cilíndrica. Se o jornal amassar facilmente, enrole outras folhas e prenda-o com fita adesiva.
2. Em uma ponta, peça ao aluno que meça a empunhadura do florete com a sua própria mão e prenda-o com fita adesiva.
3. Enrole o papelão em volta do tronco do aluno e prenda-o com barbante.


Parte principal 2( 35 minutos):

Atividade 3

Um festival será organizado com os alunos devidamente “armados” com o material criado na atividade anterior. Em um banco sueco com colchões ao seu arredor, dois alunos se enfrentarão com o objetivo de tocar com a “espada” (agora com a ponta molhada com tinta guache) o tronco do seu oponente. Ganha aquele que conseguir manchar três vezes o papelão do companheiro. A dinâmica poderá ser realizada através de desafios onde, de maneira organizada, os alunos escolherão os seus adversários.

Parte final (10 minutos): Avaliação da aula, e o que aprenderam sobre respeito e segurança ao próximo, além das regras de combate.

Ensino fundamental I - Lutas - Boxe


Tema: Lutas.

Conteúdo: Boxe.

Objetivo Geral: Estimular o respeito ao próximo, através dos jogos de oposição.

Material: Corda, Colchonetes e Fita Adesiva
  
Metodologia:

Parte inicial (10 minutos):  O professor irá fazer a explanação da atividade que será desenvolvida na aula, mostrando o por que  e como será atividade.

Parte principal (30 minutos):

Aprendendo os Golpes

Corda, Colchonetes e Fita Adesiva

Para confeccionar o “saco de pancadas”, pegue 5 colchonetes, coloque um por cima do outro e enrole-os, fazendo um cubo. Pegue a fita adesiva e prenda bem o cubo (Também pode ser utilizadas fitas de tecido). Em seguida, passe a corda por dentro do cubo e amarre-a em algum suporte para sustentá-lo no alto.

Descrição: Em um primeiro momento, faça uma roda e demonstre alguns golpes e movimentações do corpo do boxe. Abaixo segue alguns golpes:

Direto: Golpe frontal com o punho que está atrás na guarda. É um golpe muito rápido e forte;

Cruzado (cross): Tão potente quanto o direto, porém o alvo é a lateral da cabeça do adversário. O cruzado termina seu movimento com o braço dobrado;

Uppercut: Desferido de baixo para cima visando atingir o queixo do oponente;

Hook ou gancho: Golpe desferido em movimento curvo do punho, atingindo lateralmente, dificultando a defesa do oponente. Difere do cruzado pela distância que é aplicado (próximo e contornando a guarda adversária). O hook termina seu movimento com o braço flexionado.

Deslocamentos:
Para os lados, em diagonal, para trás, dando dois passos na execução. Podem ser realizados com pequenos saltos, balançado o corpo.
Esquivas: desvio para baixo e para cima, sem sair do lugar.

Em seguida, peça para que os alunos pratiquem os golpes, como se estivessem lutando com um adversário “invisível”. Se possível, conduza os(as) alunos(as) para uma sala de espelhos para que cada um possa lutar consigo mesmo. No segundo momento, deixe os(as) alunos(as) praticarem socos no “saco de pancada” confeccionado.

Parte final (10 minutos): Avaliação da aula, e o que aprenderam sobre respeito e segurança ao próximo, além de respeito às regras de combate.

Ensino fundamental I - Lutas - Boxe 1


Tema: Lutas.

Conteúdo: Boxe.

Objetivo Geral: Estimular o respeito ao próximo, através dos jogos de oposição.

Material: Corda, colchonetes e fita adesiva, cones e elástico.

Metodologia:

Parte inicial (10 minutos):  O professor irá fazer a explanação da atividade que será desenvolvida na aula, mostrando o por que  e como será atividade.

Parte principal (30 minutos):

Lutando com o colega

Nesta atividade propor a formação de duplas. Cada dupla irá fazer os golpes para que seu colega desvie e vice-versa. Para a prática das esquivas, um membro da dupla irá esticar o braço enquanto o seu companheiro realiza as esquivas, como no vídeo sugerido abaixo:
 
Procure explorar os aspectos atitudinais de ataque e defesa presentes nas atividades, incentivando os(as) alunos(as) a perceberem que a luta exige do nosso corpo momentos de concentração e atenção em relação ao outro.

Lutando Boxe

Nesta atividade utilize os colchonetes e a fita adesiva para que um membro de cada dupla confeccione, junto com seu parceiro, as “luvas de boxe”, da seguinte forma: para construir as luvas pegue dois colchonetes, enrole-os na mão, como se quisesse fazer uma espécie de “bola”, e prenda-os com fita adesiva, ou fitas de pano. A mão ficará com uma espécie de luva. Peça para que um membro da dupla ajude o seu companheiro nesta atividade. Enquanto os(as) alunos(as) realizam esta atividade, pegue quatro cones e coloque-os dispostos a uma distância de aproximadamente 4 metros quadrados um do outro. Em seguida, coloque o elástico de fora-a-fora, como especificado na figura abaixo:
Após a confecção das “luvas” e do ringue, sugira que cada dupla escolha o membro que irá lutar no ringue. Feito isto, os(as) alunos(as) poderão realizar lutas no ringue com as luvas, dando golpes no “adversário”. Neste momento é importante que cada aluno(a) respeite os limites do corpo de cada colega e que a força não seja utilizada com ênfase durante os golpes. Este deve ser um alerta do(a) professor(a). As duplas irão revezar as “luvas de boxe” confeccionadas, possibilitando que todos experimentem a atividade.
Obs.: caso não haja colchonetes suficientes para as duplas, monte grupos maiores para que os(as) alunos(as) possam revezar as “luvas” confeccionadas.   

Possibilidades de Ampliação:
Quanto ao Espaço: Visitas em academias de Boxe são interessantes de serem realizadas com os alunos, já que nesses espaços poderão experimentar outras atividades.

Quanto ao Corpo do Colega: Incentivar os(as) alunos(as) a observarem as imagens, os golpes e as possibilidades do seu corpo e do corpo do colega durante a luta. Experimentar a luta com os colegas com expressões corporais diversificadas, tais como: mais alto, mais baixo, mais forte, mas fraco, mais gordo, mais magro, menino com menina etc.

Quanto ao Material: Na atividade 4 o(a) professor(a) poderá pedir para os alunos tragam travesseiros de casa. Nesse caso, eles substituirão os colchonetes. Espumas também podem ser utilizadas.

Parte final (10 minutos): Avaliação da aula, e o que aprenderam sobre respeito e segurança ao próximo, além de respeito às regras de combate.

Ensino fundamental I - Lateralidade - Maremoto e faca o que eu mando


Tema: Lateralidade.

Conteúdo: Atividades que desenvolvam a lateralidade.

Objetivo Geral: A criança terá que discernir as diferenças entre esquerda e direita, e saber qual seu lado predominante.

Objetivos específicos: Lateralidade, atenção, concentração, cooperação, socialização, coordenação motora geral, lateralidade e noção espacial.

Material: Canetas, bambolês.

Metodologia:

Parte inicial (10 minutos): Alunos correndo livres pela quadra, só não pode encostar um no outro, quem se encostar senta até encostar em um colega.

Parte principal (30 minutos): 

Faça o que eu mando

Primeiro o professor escreve na mão direita a letra D e na esquerda a letra E, para diferenciá-la. O professor irá dar os comandos e os alunos terão que cumpri-las, exemplo: Sobre a linha andar para a direita, com a mão direita pegar na orelha do colega do lado, encostar o ombro direito no colega ao lado, etc...

Maremoto

Escreva na mão direita dos seus alunos a letra D e na esquerda a letra E.
Distribua seus alunos pelas linhas laterais e de fundo da quadra de futsal com uma distancia de 3 metros um do outro formando um grande círculo, deixando 1 aluno no meio de todos no centro da quadra.

Cada aluno ficará em cima de um X (bambolê) ou que o professor demarcará com giz para melhor localização.
A brincadeira inicia com o professor falando em voz alta:

" O navio balança p/direita (todos os alunos pulam uma casa p/ direita),o navio balança para a esquerda (todos os alunos pulam uma casa para a esquerda), até que ele diz em voz alta: MAREMOTO, assim todos os alunos tem que sair de sua casinha representada pelo X no chão e procurar outro X para se abrigar, enquanto isso o aluno que estava no centro da quadra terá que buscar um desses lugares que ficarão vagos temporariamente.

Parte final (10 minutos): Os alunos irão comentar quais as dificuldades que tiveram para diferenciar um lado do outro.